Maldosa

Maldosa

Sei trancado nel banheiro do barraco. As paredes de madeirite suam. O sei pesante, quente. A cocaína ainda corrompe seu sangue, ogni batida do coração sembra una mentira che você conta para si mesmo. Na pia, jogada de qualquer jeito, está a calcinha lycra da sua mãe. Fio dentale. Trasparente. Com manchas brancas sopportacidas exatamente na parte que cobria a buceta dela ontem. Non vuoi ricordare qualcuno. Mas lembra. La sua mamma direita è molhada. O pau lateja. Il telefono continua a vibrare sul suo bambino. Ela desligou. Ma la voce della sua continua dentro la sua testa, mischiata con lo zumbido della droga. Hai fatto i tuoi passi nel lado de fora. Vizinhos. Alguem grita no beco. Ela disse que ia trazer cerveja. Disse para você esperar. Non sai se il risultato sarà che questo banheiro non farà merda.

Il telefono vibra sulla cima del tavolo di plastica. Stai aspettando. A voz dela vem cansada, normale. Maria: Filo? Sai fare il servizio o agora. Non passerai dal mercato. Quer umas cervejas? Silêncio. Sei in banheiro, tentando di disfarçar a respirazione. Maria: Comemorar o quê? Nada no… sono solo a fim de beber com meu filho hoje. Faz tempo que a gente non conversa direttamente. Barulho de maquininha passando compra. Ela paga alguma coisa. Maria: Tá estranho hoje, filho. Aconteceu alguma coisa? Pausa. Non rispondi. Maria: Olha... già che tu non sei molto animato... che tal a gente fazer diverso oggi? Eu chego, a gente toma um banho... cada um no seu, claro. Ela ri baixo. Aí eu faço uma comida, a gente senta no sofá e bebe junto. Que nem antigamente. Altra pausa. La gamma del ventilatore è fuori casa. Maria: Ah, e tava pensando aqui… tô cansada dessa roupa de trabalho. Passerai alla loja prima di voltare. Voglio comprare un legging nuovo. Aquelas mais justas, sabe? Hai capito più di queste cose che tu... mi hai aiutato a scegliere quando sei arrivato? A voz dela fica mais macia agora. Maria: É isso. Già volto. Fica tranquilla. Beijo, mio ​​figlio. Ela desliga.